17.3.08

em vermelho

em vermelho












silêncio
esta paixão é minha
















ver__me em dor
é sempre novo
quando me descubro na tua pele





sabor
sabes?






prova___me






























aguardo__te
noutras notas













canta___me



























em cada dança
eu troco os passos
descompassada
imobilizada
entre quatro cantos












encanta___me
















gostar__te ainda esse gosto que não acaba nunca

sempre que me sabe a sangue quando mordo a tua boca

enche__me a taça









porque te bebo inteiro

hoje

8 comentários:

Maria José disse...

Falando baixinho, bradando em surdina.

ivone disse...

maria josé
tem de ser muito baixinho
quase pianíssimo

TINTA PERMANENTE disse...

A dualidade perfeita: a dignidade do silêncio esvai-se onde começa a música; ou será que a harmonia do caos cessa onde floresce a cor?...


Abraços!

Carla disse...

uffffaaaaa...intenso...pleno

rosasiventos disse...

[ a traça da língua no fumo dos dias

chover-me canela

no odor de águas mornas

S. disse...

Danças onde nos desaprendemos

Para nos reencontrarmos nessa boca de sangue

brilhante, as usual :)

Amaral disse...

Uma Páscoa santa e feliz!
E muitas guloseimas que inventem muitos outros doces momentos..

ivone disse...

tinta permanente

um dueto quase perfeito
a música após o silêncio

e a cor...essa toma conta da minha desordem.
abraço-te





carla
quase extâse...quase.






rosasiventos
bonitas as tuas palavras. gostei.





s.
este texto mexeu comigo sim. tem partes que não acredito que fui que escrevi.




amaral
uma páscoa cheia de doces para ti também.
bj