17.1.08

de a fonte amor e infância

fotos de geoffroy demarquet
poemas de joão moita




mora_me uma solidão nos dedos
que se desvanece quando toco o rosto do poema


amo_te em silêncio

e espero que o teu rosto se apague entre as minhas mãos

o amor é um poço tão fundo






trago num bolso a atiradeira
e no outro o peso do mundo
balanço_me num difícil equilíbrio

6 comentários:

Victor disse...

Querida Ivone
Como já nos habituaste uma excelente combinação de imagens e palavras.
Tenho comentado pouco mas sou um teu leitor assíduo e com muito prazer te visito.
Um beijinho.

isabel mendes ferreira disse...

este blog é mesmo um "poema".

_______________


prazer de aqui chegar.



boa noite I.

Jorge Elias disse...

Deixo aqui algumas pedrinhas para que pese mais o bolso da atiradeira.


Um abraço,


JEN

Anónimo disse...

Deixo-te um sopro de vento para que todos os pesos se desvaneçam
Bom fim de semana
Carla

S. disse...

É também na ponta dos meus dedos que mora a solidão, condição que a poesia atenua suavemente. Brilhante poema e excelente escolha de imagens!

ivone disse...

amigo victor
bem vindo à minha casa.
mais uma excelente combinação por aqui!
bj

isabel
o prazer é todo meu em recebê_la aqui

jorge
obrigada pelas suas pedrinhas


carla
venha esse sopro...e uma brisa também


s.
mas sempre que eles tocam no poema ela torna_se transparente